Paggo e Globo.com (XP e SCRUN) – Bons exemplos de sucesso

A SWX será a próxima : – )

1 – A globo.com foi exemplo de sucesso na época que eu estava estudando pra mono, mas não citei na apresentação pq tava muito no início ainda, a experiência deles.

No link abaixo, Guilherme Chapiewski comenta como estão as coisas na Globo.com. Ele já comentou algumas vezes aqui no blog \o/. Legal ver estas coisas. Chega deu um frio na barriga.  : – )
http://gc.blog.br/2008/05/27/como-estamos-indo-com-a-adocao-de-scrum-na-globocom/

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2 – Já a Paggo foi mostrada em detalhes na apresentação de minha mono como um dos exemplos práticos de sucesso . O Oi Paggo estava sendo lançado na época.
Rapidão e muito legal. http://blog.improveit.com.br/articles/2008/07/26/entrevista-com-cicero-torteli-fundador-da-paggo (no final deste post, tem uma pequena explicação do Vinicius Teles, sobre o vídeo, aconselho a ir lá e ler, antes de ver)

Vinicius Teles , o carinha que no vídeo entrevista Cicero Torteli, fundador da Paggo, é na minha opinião um dos maiores nomes do desenvolvimento ágil no mundo. Já escutei dezenas de podcasts dele, li um monte de artigo, e o livro dele foi o culpado pelo tema da minha monografia.

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Depois de ver estes exemplos de sucesso(e outros), tenho certeza que daqui a um tempo, a coisa vai tá bem encaminhada até nas universidades (até na UFS onde já se fala de desenvolvimento ágil nas matérias de análise, mas de forma ainda muito tímida). Especificamente em desenvolvimento de Software, o meio acadêmico é uma onda. Só aceita inovações verdadeiras depois que estas estão consolidadas nas empresas, ou seja, quando elas já deixaram de ser inovações (normalmente quando já são mainstream). No fundo é um comportamente típico de replicadores de conhecimento e não de geradores. O meio acadêmico imponhe barreiras que tornam as unviversidades verdadeiros late adopters(lembrei de bernabó) no que diz respeito a desenvolvimento de software .

Enquanto isto, as certificadoras adaptam-se para não perder seu bom e certo ganha pão (não vão perder, tenho certeza). Porém, por mais que mudem o discurso(já mudaram muito), no fundo serão Frankensteins, porque estão exertando partes de coisas que, ainda por cima, vem de fontes nas quais nem acreditam. Pior é que acabam distorcendo no atacado, justamente a base de tudo, ou seja, valores e princípios, deixando complexo o que nasceu pra ser simples. 🙂

Já a algum tempo, na verdade desde que li o post de Chapiewski , tive vontade de comentar aqui, mas nunca tinha tido tempo para fazer minhas considerações. Acordei agora, sentei e fiz. Agora voltarei a estudar, pq se Deus quiser, em poucos meses a primeira versão de um produto filé será lançado. : – )
———- Forwarded message ———-
From: Vinicius Manhaes Teles
Pessoal,
Sei que ando sumido das listas. Desculpem, mas não tem dado para
participar. Estava há pouco em São Paulo, onde acabei re-encontrando
meu amigo Cicero Torteli, fundador da Paggo. Para quem não conhece, a
Paggo se juntou com a Oi em 2005 para criar o Oi Paggo, uma solução de
mobile payment inédita no mundo. A Paggo criou uma operadora de cartão
de crédito do zero em menos de um ano, usando uma metodologia ágil, no
caso o XP.

Neste breve vídeo, de apenas seis minutos, o Cicero conta um pouco do
que foi essa experiência e dá uma mensagem para os gestores que ainda
têm medo de usar métodos ágeis.

http://blog.improveit.com.br/articles/2008/07/26/entrevista-com-cicero-torteli-fundador-da-paggo

Grande abraço,
Vinícius Teles

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