<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Software e Empreendedorismo - Valores, princípios e práticas</title>
	<atom:link href="http://devagil.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://devagil.wordpress.com</link>
	<description>Valores, princípios, práticas e ferramentas</description>
	<lastBuildDate>Sun, 25 Sep 2011 03:07:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='devagil.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Software e Empreendedorismo - Valores, princípios e práticas</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://devagil.wordpress.com/osd.xml" title="Software e Empreendedorismo - Valores, princípios e práticas" />
	<atom:link rel='hub' href='http://devagil.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Documentação Ágil</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2010/10/21/documentacao-agil/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2010/10/21/documentacao-agil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 14:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[documentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/?p=230</guid>
		<description><![CDATA[Por: Guilherme Chapiewski Alguns pensamentos sobre “documentação ágil” Existe um mito de que não se documenta em projetos que usam metodologias de desenvolvimento ágil. Não é bem assim, aliás, não chega nem perto de ser verdade. A grande diferença entre projetos “tradicionais” e de desenvolvimento ágil é que os processos tradicionais geralmente são bastante prescritivos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=230&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Por: <a href="http://gc.blog.br/2010/09/20/alguns-pensamentos-sobre-documentacao-agil/" target="_blank">Guilherme Chapiewski</a></h4>
<h2>Alguns pensamentos sobre “documentação ágil”</h2>
<p>Existe um mito de que não se documenta em projetos que usam <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_%C3%A1gil_de_software">metodologias de desenvolvimento ágil</a>. Não é bem assim, aliás, não chega nem perto de ser verdade.</p>
<p>A grande diferença entre projetos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Waterfall_model">“tradicionais”</a> e de desenvolvimento ágil é que os processos tradicionais geralmente  são bastante prescritivos e você tem que documentar tudo que estiver  definido no processo (que geralmente é muita coisa). Você não pensa no  que está fazendo, simplesmente segue o que foi definido e escreve  documentos. Em métodos ágeis não há prescrição de documentação (e o <a href="http://agilemanifesto.org/">manifesto ágil fala também sobre “software funcionando mais do que documentação”</a>),  mas isso não significa que você não pode documentar nada. Muita gente  confunde isso e diz que nunca se deve documentar em projetos “ágeis”, o  que é um grande engano. Em projetos ágeis você pode documentar sem  problemas desde que seja necessário de fato. A idéia é que você não deve  perder tempo com nada que não seja requerido de verdade para o projeto.</p>
<p>Já participei de projetos onde documentar foi extremamente  necessário. Por exemplo, uma vez trabalhei num projeto com vários times  onde nem sempre os desenvolvedores estavam no mesmo espaço físico,  portanto era preciso documentar alguns pontos chave da arquitetura e  ambiente para que todos pudessem trabalhar sem problemas. Também já  participei de situações onde meu time desenvolvia componentes que  precisavam ser usados por outros times, e esses componentes precisavam  estar bem documentados para que os outros times pudessem trabalhar  adequadamente. Note que isso é totalmente diferente de documentar o  projeto inteiro ou escrever dezenas de casos de uso. Documentamos apenas  o que fazia sentido ser documentado.</p>
<p>Enfim, há diversas situações onde você pode precisar documentar por  diversos motivos. Para te ajudar a decidir quando documentar e como  documentar, veja a seguir alguns princípios do que chamei de  “documentação ágil”. Essas são apenas algumas práticas úteis e  princípios importantes que observei ao longo do tempo em diversos  projetos de que participei. Certamente existe muito mais do que isso,  mas vamos lá:</p>
<h3>Documentação não substitui comunicação</h3>
<p>Em projetos tradicionais, muitos documentos são usados para comunicar  idéias entre o Analista e o Programador, com QA e por ai vai. Em  desenvolvimento ágil o objetivo da documentação é registrar as  informações por outros motivos (como os motivos acima). Se você estiver  se comunicando por documentos, você já deixou de ser ágil há muito  tempo. Documentação não deve ser usada para substituir a comunicação  intensa e constante entre os membros do time.</p>
<h3>Documentação não pode ser perecível</h3>
<p>Documentação tem que ser leve e não pode ser perecível, ela deve ser  durável. Se você documenta algo que precisa ser modificado todo dia,  existem grandes chances de você esquecer de atualizar a documentação e  ela passa a ficar desatualizada. É melhor não ter documentação do que  ter documentação errada. Além disso, se você precisa mudar a  documentação toda hora significa que você está se aprofundando demais  nos detalhes, e então a documentação vai “quebrar” a cada linha de  código que você escrever. Quando estiver documentando, pergunte-se:  “daqui a algum tempo essa documentação ainda será válida?”. Faça  documentação durável. Não entre num nível de detalhe que te faça mudar a  documentação o tempo todo (a não ser que você <strong>realmente</strong> precise disso – e mesmo assim pense se não dá pra fazer de outro jeito, por exemplo, automaticamente).</p>
<h3>Documente o necessário, e não mais do que isso</h3>
<p>Assim como você deve <a href="http://www.artima.com/intv/simplest2.html">implementar apenas o necessário para entregar uma funcionalidade e não mais do que isso</a>,  você deve documentar apenas o que for necessário e nada mais do que  isso. Não perca tempo escrevendo documentação que nunca será usada por  ninguém. Se ninguém precisa usar a documentação, então ninguém deve  documentar. Documento tem que ter um motivo, documentar sem uma  necessidade real não faz sentido</p>
<h3>Documentar tem que ser fácil</h3>
<p>Documentar tem que ser rápido, não pode dar trabalho. Use ferramentas como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wiki">wikis</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Documentation_generator">geradores de documentação</a> (como o <a href="http://sphinx.pocoo.org/">Sphinx</a>)  e por aí vai. Se for fácil documentar, as chances de você fazê-lo serão  maiores. No caso de não usar wiki (ou alguma coisa online/web), use  ferramentas para publicar a documentação automaticamente. Se a  documentação for fácil de ser acessada (e tiver busca) ela fica mais  útil. Além disso, prefira usar uma tecnologia fácil e conhecida para que  todos os membros do time possam documentar. Por exemplo, se você  escolher usar <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/LaTeX">LaTeX</a>, você está reduzindo as chances de designers documentarem, pessoas de negócio e outros membros não-programadores de um time.</p>
<h3>Documentação faz parte do “Definition of Done”</h3>
<p>Se o seu projeto precisa de documentação por qualquer motivo, a documentação deve fazer parte da <a href="http://agilefaq.net/2007/10/24/what-is-definition-of-done/">“Definition of Done”</a>. É melhor documentar no momento que as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/User_story">histórias</a> estao sendo desenvolvidas – quando o conhecimento está fresco na cabeça  – do que acumular um monte de débito e ter que pagar de uma vez só –  quando você vai precisar conferir um monte de coisas que já estão  prontas para documentar com precisão, o que vai te dar mais trabalho e  consumir mais tempo.</p>
<h3>Documentação no código pode ser um “code smell”</h3>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Code_smell">“Code smell”</a> é um sintoma no seu código que pode indicar um problema maior. Muitas  vezes códigos precisam ser documentados porque eles são  desnecessariamente complexos. Sempre que possível <a href="http://guilherme.pro/2009/04/05/why-i-dont-write-code-comments/">prefira refatorar o código para ele ficar mais fácil de entender ao invés de escrever comentários</a> (até porque muitas vezes o código muda e o comentário fica lá  desatualizado, e isso acaba mais atrapalhando do que ajudando). Tenha  uma boa suite de testes (uma suite bem escrita e organizada é uma  especificação executável), use <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Domain-driven_design">Domain-Driven Design</a> para expressar melhor o domínio do software, <a href="http://www.c2.com/cgi/wiki?SystemMetaphor">metáforas</a>, tenha um <a href="http://c2.com/xp/XpSimplicityRules.html">design simples</a>, use <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Design_pattern_%28computer_science%29">design patterns</a>, enfim, é melhor fazer com que o software seja mais bem escrito e não mais bem documentado.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/230/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=230&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2010/10/21/documentacao-agil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		<georss:point>-10.909542 -37.074773</georss:point>
		<geo:lat>-10.909542</geo:lat>
		<geo:long>-37.074773</geo:long>
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Palestra de Vinicius Teles no Rails Summit 2009</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2009/10/18/palestra-de-vinicius-teles-no-rails-summit-2009/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2009/10/18/palestra-de-vinicius-teles-no-rails-summit-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 00:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[vinicius teles empreendedorismo rails]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/?p=195</guid>
		<description><![CDATA[Acabei de ver pela santa web a palestra do @viniciusteles no #railssummit 2009. Excelentes lições de tec #empreendedorismo Link: http://blip.tv/file/2726351 É legal ver o sucesso do produto(be on the net) dele. É legal ver ele se dando bem mantendo-se fiel ao que sempre acreditou. É legal ver, no flashback que ele faz na palestra, um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=195&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ver pela santa web a palestra do @viniciusteles no #railssummit 2009.</p>
<p>Excelentes lições de tec #empreendedorismo</p>
<p>Link: <a href="http://blip.tv/file/2726351">http://blip.tv/file/2726351</a></p>
<p>É legal ver o sucesso do <a href="http://beonthe.net" target="_blank">produto(be on the net)</a> dele. É legal ver ele se dando bem mantendo-se fiel ao que sempre acreditou. É legal ver, no flashback que ele faz na palestra, um cara ficando adulto e paralelamente não se tornado um desistente <span style="color:#666666;">(adultos, por muito muito comumente abrirem mão das visões de futuro que tinham quando jovens, deveriam ser chamados de desistentes, acho que foi em [Senge, A quinta disciplina] que li isto)</span>.</p>
<p>E o mais legal de tudo é que uma parte substancial do flashback apresentado na palestra, eu acompanhei relativamente de perto. Espero ser o próximo. Se o único motivo para a <a href="http://improveit.com.br/">improve it</a> não ter fechado foi ele ser muitíssimo teimoso, eu tô muito bem encaminhado. Me faltam reservas, mas eu chego lá. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Att.,<br />
Vinicius AC<br />
Voltando a ativa <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/195/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=195&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2009/10/18/palestra-de-vinicius-teles-no-rails-summit-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Paggo e Globo.com (XP e SCRUN) &#8211; Bons exemplos de sucesso</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2008/07/27/paggo-e-globocom-xp-e-scrun-bons-exemplos-de-sucesso/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2008/07/27/paggo-e-globocom-xp-e-scrun-bons-exemplos-de-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/?p=180</guid>
		<description><![CDATA[A SWX será a próxima : &#8211; ) 1 &#8211; A globo.com foi exemplo de sucesso na época que eu estava estudando pra mono, mas não citei na apresentação pq tava muito no início ainda, a experiência deles. No link abaixo, Guilherme Chapiewski comenta como estão as coisas na Globo.com. Ele já comentou algumas vezes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=180&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A SWX será a próxima : &#8211; )</p>
<p><strong>1</strong> &#8211; A <a href="http://globo.com/" target="_blank">globo.com</a> foi exemplo de sucesso na época que eu estava estudando pra <a href="http://devagil.files.wordpress.com/2008/01/desenvolvimentoagil_com_xp_beta10_vinicius_ac0.pdf">mono</a>, mas não citei na apresentação pq tava muito no início ainda, a experiência deles.</p>
<p>No <a href="http://gc.blog.br/2008/05/27/como-estamos-indo-com-a-adocao-de-scrum-na-globocom/">link </a>abaixo, <a href="http://gc.blog.br/">Guilherme Chapiewski</a> comenta como estão as coisas na Globo.com. Ele já comentou algumas vezes aqui no blog \o/. Legal ver estas coisas. Chega deu um frio na barriga.  : &#8211; )<br />
<a href="http://gc.blog.br/2008/05/27/como-estamos-indo-com-a-adocao-de-scrum-na-globocom/" target="_blank">http://gc.blog.br/2008/05/27/como-estamos-indo-com-a-adocao-de-scrum-na-globocom/</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<div dir="ltr"><strong>2</strong> &#8211; Já a Paggo foi mostrada em detalhes na apresentação de minha mono como um dos exemplos práticos de sucesso . O Oi Paggo estava sendo lançado na época.<br />
Rapidão e muito legal. <a href="http://blog.improveit.com.br/articles/2008/07/26/entrevista-com-cicero-torteli-fundador-da-paggo" target="_blank">http://blog.improveit.com.br/articles/2008/07/26/entrevista-com-cicero-torteli-fundador-da-paggo</a> (no final deste post, tem uma pequena explicação do <a href="www.improveit.com.br/empresa/vinicius">Vinicius Teles</a>, sobre o vídeo, aconselho a ir lá e ler, antes de ver)</p>
<p><a href="www.improveit.com.br/empresa/vinicius">Vinicius Teles</a> , o carinha que no vídeo entrevista Cicero Torteli, fundador da <a href="http://www.paggo.com.br/">Paggo</a>, é na minha opinião um dos maiores nomes do desenvolvimento ágil no mundo. Já escutei dezenas de podcasts dele, li um monte de artigo, e o livro dele foi o culpado pelo tema da minha <a href="http://devagil.files.wordpress.com/2008/01/desenvolvimentoagil_com_xp_beta10_vinicius_ac0.pdf">monografia</a>.</p>
<p>=====================================</p>
<p>Depois de ver estes exemplos de sucesso(e outros), tenho certeza que daqui a um tempo, a coisa vai tá bem encaminhada até nas universidades (até na UFS onde já se fala de desenvolvimento ágil nas matérias de análise, mas de forma ainda muito tímida). Especificamente em desenvolvimento de Software, o meio acadêmico é uma onda. Só aceita inovações verdadeiras depois que estas estão consolidadas nas empresas, ou seja, quando elas já deixaram de ser inovações (normalmente quando já são <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainstream">mainstream</a>). No fundo é um comportamente típico de replicadores de conhecimento e não de geradores. O meio acadêmico imponhe barreiras que tornam as unviversidades verdadeiros late adopters(lembrei de <a href="http://www.teamware.com.br/cms/">bernabó</a>) no que diz respeito a desenvolvimento de software .</p>
<p>Enquanto isto, as certificadoras adaptam-se para não perder seu bom e certo ganha pão (não vão perder, tenho certeza). Porém, por mais que mudem o discurso(já mudaram muito), no fundo serão Frankensteins, porque estão exertando partes de coisas que, ainda por cima, vem de fontes nas quais nem acreditam. Pior é que acabam distorcendo no atacado, justamente a base de tudo, ou seja, valores e princípios, deixando complexo o que nasceu pra ser simples. <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </div>
<div dir="ltr">Já a algum tempo, na verdade desde que li o post de <a href="http://gc.blog.br/">Chapiewski</a> , tive vontade de comentar aqui, mas nunca tinha tido tempo para fazer minhas considerações. Acordei agora, sentei e fiz. Agora voltarei a estudar, pq se Deus quiser, em poucos meses a primeira versão de um produto filé será lançado. : &#8211; )</div>
<div dir="ltr">&#8211;</div>
<div dir="ltr">&#8211;</div>
<div dir="ltr">
<div class="gmail_quote">&#8212;&#8212;&#8212;- Forwarded message &#8212;&#8212;&#8212;-<br />
From: <strong class="gmail_sendername">Vinicius Manhaes Teles</strong><br />
Pessoal,<br />
Sei que ando sumido das listas. Desculpem, mas não tem dado para<br />
participar. Estava há pouco em São Paulo, onde acabei re-encontrando<br />
meu amigo Cicero Torteli, fundador da Paggo. Para quem não conhece, a<br />
Paggo se juntou com a Oi em 2005 para criar o Oi Paggo, uma solução de<br />
mobile payment inédita no mundo. A Paggo criou uma operadora de cartão<br />
de crédito do zero em menos de um ano, usando uma metodologia ágil, no<br />
caso o XP.</p>
<p>Neste breve vídeo, de apenas seis minutos, o Cicero conta um pouco do<br />
que foi essa experiência e dá uma mensagem para os gestores que ainda<br />
têm medo de usar métodos ágeis.</p>
<p><a href="http://blog.improveit.com.br/articles/2008/07/26/entrevista-com-cicero-torteli-fundador-da-paggo" target="_blank">http://blog.improveit.com.br/articles/2008/07/26/entrevista-com-cicero-torteli-fundador-da-paggo</a></p>
<p>Grande abraço,<br />
Vinícius Teles</p>
<p>Improve It</p></div>
</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/180/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/180/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=180&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2008/07/27/paggo-e-globocom-xp-e-scrun-bons-exemplos-de-sucesso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento Ágil com Extreme Programming</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2008/01/06/desenvolvimento-agil-com-extreme-programming/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2008/01/06/desenvolvimento-agil-com-extreme-programming/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 09:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Refatoração]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[TDD]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>
		<category><![CDATA[Ágil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2008/01/06/desenvolvimento-agil-com-extreme-programming/</guid>
		<description><![CDATA[(atualizado em: 09/01/2007) Desenvolvimento Ágil com Programação Extrema Finalmente estou publicando o conteúdo completo da minha monografia aqui no Blog. Considerando que o blog surgiu em função do estudo para este trabalho, e que a apresentação foi a uns 2 meses, realmente demorei tempo demais. Mas foi por um bom motivo. Acrescentei conteúdo novo e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=167&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(atualizado em: 09/01/2007)</p>
<h1 style="text-align:center;"><a title="Desenvolvimento Ágil com Extreme Programming" href="http://devagil.files.wordpress.com/2008/01/desenvolvimentoagil_com_xp_beta10_vinicius_ac0.pdf" target="_blank"><strong>Desenvolvimento Ágil<br />
com<br />
Programação Extrema</strong></a></h1>
<p align="justify">
<p align="justify">Finalmente estou publicando o conteúdo completo da minha monografia aqui no Blog. Considerando que o blog surgiu em função do estudo para este trabalho, e que a apresentação foi a uns 2 meses, realmente demorei tempo demais. Mas foi por um bom motivo. Acrescentei conteúdo novo e corrigi algumas coisas também.</p>
<p align="justify">O título é:<br />
<a title="Desenvolvimento Ágil com Extreme Programming" href="http://devagil.files.wordpress.com/2008/01/desenvolvimentoagil_com_xp_beta10_vinicius_ac0.pdf" target="_blank"><strong>DESENVOLVIMENTO ÁGIL COM PROGRAMAÇÃO EXTREMA<br />
EFICÁCIA E DISCIPLINA EXTREMA NO DESENVOLVIMENTO ORIENTADO A OBJETOS DE SOFTWARE</strong></a></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<h1 style="text-align:center;"><strong>AVISO</strong></h1>
<p align="justify"><strong>O autor é o titular dos direitos autorais do trabalho que você está preste a baixar em seu computador. Este trabalho destina-se para uso pessoal ou científico.<br />
Está proibida comercialização de qualquer espécie sem autorização prévia do autor.</strong></p>
<p align="justify">
<h1 style="text-align:center;"><strong><a title="Desenvolvimento Ágil com Extreme Programming" href="http://devagil.files.wordpress.com/2008/01/desenvolvimentoagil_com_xp_beta10_vinicius_ac0.pdf" target="_blank">DOWNLOAD</a></strong></h1>
<div style="text-align:center;"><strong>Qualquer ajuda, crítica, sugestão, correção, será muito bem vinda.<br />
</strong><strong>Obrigado!</strong></div>
<p align="justify">
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>B<span style="color:#0000ff;">E</span><span style="color:#ff6600;">T</span><span style="color:#008000;">A</span></strong></span></h1>
<p style="text-align:left;">Apesar do beta estampado no topo das páginas, esta versão está finalizada. Não há versão mais nova do que esta.</p>
<p align="center">
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/167/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/167/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/167/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=167&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2008/01/06/desenvolvimento-agil-com-extreme-programming/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Qualidade (Princípio da XP)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2008/01/02/qualidade02012007/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2008/01/02/qualidade02012007/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 23:35:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>
		<category><![CDATA[Extreme Programming]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[Programação Extrema]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2008/01/02/qualidade02012007/</guid>
		<description><![CDATA[3.3.12 Qualidadade (Princípio da XP) Maior qualidade significa menos defeitos e retrabalho, menos aborrecimentos e maior segurança para clientes e desenvolvedores, maior confiança, menos ansiedade, maior motivação, maior efetividade, maior produtividade e maiores lucros, entre outras coisas. Ou seja, maior qualidade significa gerar maior valor de forma mais simples e eficientes, e com menos custos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=165&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 align="justify"></h3>
<p><b><font size="5">3.3.12 Qualidadade (Princípio da XP)</font></b></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Maior qualidade significa menos defeitos e retrabalho, menos aborrecimentos e maior segurança para clientes e desenvolvedores, maior confiança, menos ansiedade, maior motivação, maior efetividade, maior produtividade e maiores lucros, entre outras coisas. Ou seja, maior qualidade significa gerar maior valor de forma mais simples e eficientes, e com menos custos [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP</a>].</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Qualidade motiva a equipe, entre outras coisas, porque as pessoas geralmente não gostam de fazer trabalhos medíocres, pelo contrário, elas sentem-se muito mais motivadas quando têm a oportunidade de trabalhar com qualidade e se orgulham disto [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>].</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Existe uma crença de que alta qualidade signifique gastos mais elevados. Não há dúvidas de que a qualidade tem um preço, mas a falta dela tem um preço ainda maior [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP</a>]. Sacrificar a qualidade nunca é uma boa forma de controlar o tempo ou os custos. Projetos não se tornam mais rápidos ou mais baratos, de acordo com a diminuição da qualidade, assim como não se tornam mais lentos ou mais caros de acordo com o aumento. Geralmente ocorre o contrário, ou seja, o aumento da qualidade gera entregas mais rápidas e com menores custos, enquanto que a diminuição resulta freqüentemente em atrasos e maiores custos [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>].</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">A XP acredita que qualidade não é uma boa variável de controle para projetos. Para a XP, uma forma eficiente de gerenciar o andamento de um projeto com alguma flexibilidade é através do controle do escopo, já que este nunca é conhecido precisamente e em detalhes com uma boa antecedência. Além disso, o tempo e o custo são comumente fixados logo no início do projeto. Os ciclos semanais e trimestrais provêem pontos explícitos para acompanhamento e escolha do escopo [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>].</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Qualidade não é um argumento para falta de ação. Caso não se conheça uma solução clara para uma tarefa urgente, o indicado é resolver da melhor maneira possível. Se existe uma solução clara, mas que vai levar muito tempo, deve-se fazer com a melhor qualidade possível de acordo com o tempo disponível [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>]. O mais importante é sempre ter em mente o significado e a importância de princípios como <b>qualidade </b>e <b>melhoria</b>, e assim agir da forma mais efetiva de acordo com cada contexto.</p>
<p align="justify"> Talvez a única característica que realmente justifica o nome programação extrema para a metodologia, seja a <b>extrema </b>importância dada à <b>geração do máximo de valor da forma mais simples e eficiente possível</b>, e é por este motivo que a qualidade é tão importante para a XP.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Abraços,<br />
Vinicius AC.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/165/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/165/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=165&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2008/01/02/qualidade02012007/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento Ágil x Tradicional – Resultados (Sucessos)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/12/05/desenvolvimento-agil-x-tradicional-%e2%80%93-resultados/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/12/05/desenvolvimento-agil-x-tradicional-%e2%80%93-resultados/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 03:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[OO Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/12/05/desenvolvimento-agil-x-tradicional-%e2%80%93-resultados/</guid>
		<description><![CDATA[(atualizado em: 08/01/2007) Resultados do Desenvolvimento Tradicional Desde 1994, o Standish Group International publica a cada dois anos um estudo intitulado de Chaos Research [STANDISH, 2001] que consolida as informações de uma grande pesquisa sobre sucessos e fracassos dos projetos de software (figura 2.4). Neste estudo, os resultados dos projetos são enquadrados em uma das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=159&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i><font color="#ffffff"><font color="#000000"> (atualizado em: 08/01/2007)</font></font></i></p>
<p><b><font size="5">Resultados do Desenvolvimento Tradicional</font></b></p>
<p align="justify">        Desde 1994, o<i> Standish Group International</i> publica a cada dois anos um estudo intitulado de <i>Chaos Research </i>[<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/" target="_blank">STANDISH, 2001</a>] que consolida as informações de uma grande pesquisa sobre sucessos e fracassos dos projetos de software (figura 2.4). Neste estudo, os resultados dos projetos são enquadrados em uma das seguintes categorias:</p>
<ul>
<li>Bem sucedidos &#8211; O projeto é finalizado no prazo,      dentro do orçamento e contendo todas as funcionalidades especificadas.</li>
<li>Comprometidos &#8211; O projeto é finalizado e um      software operacional é entregue, porém o orçamento e o prazo ultrapassam      os limites estipulados, e, além disso, o software entregue possui menos      funcionalidades do que o especificado.</li>
<li>Fracassados &#8211; O projeto é cancelado em algum      momento durante o desenvolvimento.</li>
</ul>
<p align="center"><img src="http://devagil.files.wordpress.com/2007/07/14.jpg?w=480" alt="14.jpg" /></p>
<p align="center">Figura 2.4 &#8211; Resultados dos estudos <i>Chaos Research</i></p>
<p align="justify">        Este estudo é bastante abrangente, pois engloba uma grande quantidade de projetos com as mais diversas metodologias de desenvolvimento. Porém, apesar da diversidade de metodologias, a grande maioria delas é baseada no desenvolvimento tradicional. A figura 2.4 mostra que apesar de ter ocorrido um aumento substancial da porcentagem de projetos bem sucedidos e diminuição de fracassados, os últimos resultados ainda são muito ruins, pois os projetos fracassados e comprometidos equivalem a 66% do total.</p>
<p align="justify">                Como já foi dito neste trabalho, todas as metodologias tentam, entre outras coisas, reduzir o alto risco associado ao desenvolvimento de software. Porém, de acordo com os resultados alarmantes conseguidos nos últimos anos (figura 2.4), está claro que o desenvolvimento tradicional não tem conseguido atingir este objetivo. Estes resultados respaldam a afirmação de Brooks (seção 2.2.5) de que o desenvolvimento tradicional é equivocado.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p><b><font size="5">Resultados do Desenvolvimento Ágil</font></b></p>
<p align="justify">        Nos anos de 2006 e 2007, <a href="http://www.ambysoft.com/" target="_blank">Scott Ambler</a> organizou pesquisas para medir a adesão dos profissionais e das empresas aos valores, princípios e práticas comumente usadas no paradigma ágil. Os pesquisados tiveram que responder um questionário com perguntas relacionadas ao objetivo da pesquisa. Os resultados das duas pesquisa foram publicados na revista <a href="http://www.ddj.com" target="_blank">Dr. Dobb&#8217;s</a> [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">DOBBS, WEB</a>].</p>
<p align="justify">        Os resultados mostram, entre outras coisas, que a grande maioria das empresas pesquisadas já adota técnicas ágeis, e que um adicional de aproximadamente 7% pretende adotar em no máximo 1 ano (figura 2.7).</p>
<p align="center"><img src="http://devagil.files.wordpress.com/2007/12/taxa-de-adocao-de-tecnicas-ageis-pelas-organizacoes.jpg?w=622&#038;h=287" alt="Taxa de adoção de técnicas ágeis pelas organizações" height="287" width="622" /></p>
<p align="center">Figura 2.7 &#8211; Taxa de adoção de técnicas ágeis pelas organizações</p>
<p align="justify">        Outra constatação muito importante é que a adoção de técnicas ágeis não está restrita a projetos pilotos, isto fica claro na figura 2.8 que mostra a quantidade de projetos ágeis em andamento por organização.</p>
<p align="center"><img src="http://devagil.files.wordpress.com/2007/12/numero-de-projetos-ageis-em-andamento.jpg?w=555&#038;h=286" alt="Número de projetos ágeis em andamento" height="286" width="555" /></p>
<p align="center">Figura 2.8 &#8211; Número de projetos ágeis em andamento</p>
<p align="justify">        Os dados da pesquisa de 2007 também mostram claramente que as técnicas ágeis foram implantadas com sucesso na maioria das empresas pesquisadas. A figura 2.9 mostra a porcentagem global de sucesso nos projetos. Neste caso não houve na pergunta uma definição formal de sucesso,  já que esta definição em projetos de TI costuma variar por organização e freqüentemente até mesmo por projeto.<br />
As fatias do gráfico indicam as porcentagens de pessoas que acreditam que seus projetos ágeis estão dentro da faixa de sucesso representada pela cor. A faixa de sucesso que cada cor representa está descrita na legenda.<br />
Ex.: 77%(verde claro + verde escuro) das pessoas pesquisadas indicaram que seus projetos ágeis tiveram mais que 75% de sucesso. (nada mal)</p>
<p align="center"><img src="http://devagil.files.wordpress.com/2007/12/porcentagem-global-de-sucesso-nos-projetos2.jpg?w=480" alt="Porcentagem global de sucesso nos projetos" /><br />
Figura 2.9</p>
<p align="justify">        Apesar da diferença de tamanho da amostra, em relação ao <i>Chaos Research</i> [STANDISH, 1994], os resultados mostrados na figura 2.9 são muito significativos e esclarecedores, pois dão uma boa idéia da grande diferença que existe em termos de resultados, entre os processos ágeis e os tradicionais. A pesquisa, feita através da Internet, recebeu respostas de 781 pessoas da área de TI, sendo 52% desenvolvedores e 22% gerentes, em março de 2007 [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">DOBBS, WEB</a>; <a href="http://www.ambysoft.com/" target="_blank">AMBLER, WEB</a>].</p>
<p align="justify">        Com base nos dados mostrados, fica claro que as metodologias ágeis, seis anos após seu surgimento, estão deixando de ser algo incerto, adotado somente por empresas jovens e com cultura fortemente voltada para inovação. O grande crescimento dos projetos que usam técnicas ágeis, em número e tamanho, nas mais variadas organizações, incluindo as grandes e tradicionais, mostra que o desenvolvimento ágil está tornando-se rapidamente a opção comum da maioria das empresas para projetos de software.</p>
<p align="justify">Essa pesquisa não é “A PESQUISA!”. Mas, independente de outras coisas, ela já merece algum crédito por ter sido publicada numa das maiores revistas, focada em desenvolvimento de aplicações e sistemas embarcados, do mundo. Somado a isto, existe o crédito  da pesquisa ter sido organizada por um cara extremamente competente e bastante conhecido (Scott Ambler). Minha opinião pessoal é que, por estes dois motivos, ela merece mais que &#8220;algum crédito&#8221;, ela merece muito respeito e quase tanto crédito quanto o <i>Chaos Research </i>[<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/" target="_blank">STANDISH, 2001</a>].  <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="justify"><i><b><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços,<br />
Vinicius AC</font></b></i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/159/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/159/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/159/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=159&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/12/05/desenvolvimento-agil-x-tradicional-%e2%80%93-resultados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://devagil.files.wordpress.com/2007/07/14.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">14.jpg</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://devagil.files.wordpress.com/2007/12/taxa-de-adocao-de-tecnicas-ageis-pelas-organizacoes.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Taxa de adoção de técnicas ágeis pelas organizações</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://devagil.files.wordpress.com/2007/12/numero-de-projetos-ageis-em-andamento.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Número de projetos ágeis em andamento</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://devagil.files.wordpress.com/2007/12/porcentagem-global-de-sucesso-nos-projetos2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Porcentagem global de sucesso nos projetos</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Processo iterativo e em espiral no mundo ágil</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/11/25/processo-iterativo-e-em-espiral-no-mundo-agil/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/11/25/processo-iterativo-e-em-espiral-no-mundo-agil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 03:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/11/25/processo-iterativo-e-em-espiral-no-mundo-agil/</guid>
		<description><![CDATA[No desenvolvimento ágil, os projetos adotam o processo iterativo e em espiral (figura 2.5). No modelo espiral a dimensão radial representa o custo acumulado atualizado e a dimensão angular representa o progresso através da espiral. Figura 2.5 &#8211; Desenvolvimento iterativo em espiral No desenvolvimento ágil cada setor da espiral corresponde a um ciclo de desenvolvimento, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=153&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:21.75pt;line-height:150%;"><span style="color:black;">No desenvolvimento ágil, os projetos adotam o processo iterativo e em espiral (figura 2.5). No modelo espiral a dimensão radial representa o custo acumulado atualizado e a dimensão angular representa o progresso através da espiral. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:21.75pt;line-height:150%;" align="center"><img src="http://devagil.files.wordpress.com/2007/11/espiral22.gif?w=480" alt="Processo iterativo e em espiral no mundo ágil" /></p>
<p class="MsoCaption" style="text-align:center;line-height:150%;" align="center"><span style="color:black;">Figura 2.5 &#8211; Desenvolvimento iterativo em espiral</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:21.75pt;line-height:150%;"><span style="color:black;">No desenvolvimento ágil cada setor da espiral corresponde a um ciclo de desenvolvimento, sendo que estes ciclos devem ser curtos e ter tamanho(tempo) fixo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:21.75pt;line-height:150%;"><span style="color:black;">Cada ciclo é precedido por uma retrospectiva que objetiva manter um processo de evolução contínua com base no aprendizado adquirido até o momento através dos ciclos anteriores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:21.75pt;line-height:150%;"><span style="color:black;">Os ciclos são chamados de iterações e sempre acrescentam valor ao projeto na forma de novas funcionalidades implementadas, testadas e aprovadas. Isto permite que o cliente acompanhe na prática e gradativamente a evolução do projeto, obtenha muito mais cedo os benefícios do sistema, avalie a evolução do projeto e dê <em>feedback</em> constante para os desenvolvedores sobre as funcionalidades implementadas [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">TELES, 2004</a>].</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/153/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/153/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/153/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=153&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/11/25/processo-iterativo-e-em-espiral-no-mundo-agil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://devagil.files.wordpress.com/2007/11/espiral22.gif" medium="image">
			<media:title type="html">Processo iterativo e em espiral no mundo ágil</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Fábricas de Software</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/08/29/fabricas-de-software/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/08/29/fabricas-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 02:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/08/29/fabricas-de-software/</guid>
		<description><![CDATA[Matéria péssima da revista EXAME sobre fábricas de software ( horrível principalmente nos pontos que fala mais diretamente do desenvolvimento de software). Destaquei as piores partes, na minha opinião. &#124; 28.06.2007 Por Ricardo Cesar Mauri Morina não se queixa de seguir uma rotina quase sem variações. Pudera. Apesar da pouca idade &#8212; seus 22 anos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=147&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font face="Arial" size="3">Matéria péssima da revista EXAME sobre fábricas de  software ( horrível principalmente nos pontos que fala mais diretamente do  desenvolvimento de software).<br />
Destaquei as piores partes, na minha opinião.</font></p>
<p align="justify"> <font face="Arial" size="2"> </font></p>
<h1 align="justify"><font color="#800000" face="Arial" size="2"> </font><font color="#800000" face="Arial" size="2">| 28.06.2007</font><font face="Arial" size="2"><font color="#800000"><br />
Por Ricardo Cesar</font></font></h1>
<p class="sep" align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000"> </font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="4"><font size="3"><font size="2">Mauri Morina não se queixa de seguir  uma rotina quase sem variações. Pudera. Apesar da pouca idade &#8212; seus 22 anos  estão patentes na cara de garoto com brinco na orelha e sorriso despreocupado  &#8211;, ele não só tem um emprego fixo como ganha mais do que a média da população  brasileira. Morina é funcionário de uma fábrica muito especial, que não usa  parafusos nem solda: uma fábrica de software. Ele é programador no centro de  desenvolvimento que a Stefanini IT Solutions montou em Alphaville, na Grande São  Paulo, para atender o Bradesco, um de seus principais clientes.</font>  </font></font><font color="#800000" size="4">*Todos os dias, Morina liga seu computador às 8 horas  da manhã e começa a digitar uma infinidade de linhas de código &#8212; uma seqüência  de números e caracteres que para um leigo faz tanto sentido quanto grego. Como  fios que costuram uma roupa, essas linhas indecifráveis, juntas, darão origem a  um sistema coeso, como um internet banking, por exemplo.* </font><font color="#800000">Dessa mesma  maneira são feitos os programas que controlam as chamadas telefônicas das  operadoras, administram a frota de uma companhia aérea ou organizam o fluxo de  pedidos de uma siderúrgica. Sistemas são essenciais para companhias de todos  esses setores, mas desenvolver linhas de código não é a atividade principal de  nenhuma delas. À medida que as empresas terceirizam essa função, fornecedores  especializados, como a Stefanini, contratam mais e mais gente.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3">&gt;&gt;Vou considerar que o autor da matéria quis romantizar um  pouco nesta parte, afinal é o início. Se foi isso, ainda não está muito ruim.</font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<table align="justify" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" width="554">
<tr bgcolor="#ececec">
<td style="padding:5px;"><font color="#800000"><strong>Quem  é o operário da programação</strong></font></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding:5px;"><font color="#800000"><strong>Conheça  o perfil dos programadores que trabalham nas fábricas de software</strong></font></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding:5px;"><font color="#800000"><strong>Idade  média</strong><br />
A maioria dos profissionais são jovens entre 20 e 30 anos, mas  alguns tipos de tecnologia exigem a presença de programadores seniores</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding:5px;"><font color="#800000"><strong>Formação</strong><br />
Há desde pessoas formadas em faculdades de engenharia ou ciências da  computação até profissionais que fizeram apenas um curso técnico de  programação</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding:5px;"><font color="#800000"><strong>Salário  inicial</strong><br />
Varia de acordo com a região. Em São Paulo, onde a remuneração é  mais alta, um programador júnior ganha cerca de 1 000 reais por mês</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="padding:5px;"><font color="#800000"><strong>Teto  salarial</strong><br />
Varia de acordo com a região e a especialização do  profissional, mas raramente ultrapassa 6 000 reais.Acima disso só para quem  assume funções gerenciais ou comerciais</font></td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000"><strong>PRODUZIR SOFTWARE</strong> sob encomenda é uma atividade menos  glamourosa do que muita gente imagina. O grosso da mão-de-obra, os  programadores, são jovens na faixa dos 20 anos. </font><font color="#800000" size="4">*O trabalho é  repetitivo e nem sempre requer criatividade. Sentados em baias e munidos de  computadores simples, eles passam o dia inteiro digitando os códigos que  construirão ou atualizarão os sistemas dos clientes. A produção é organizada  como numa linha de montagem: ao cumprir uma etapa, o programador passa o serviço  adiante e pega a próxima tarefa. É comum que esses profissionais nem saibam  exatamente para que serve o software que estão criando, porque o desenvolvimento  é quebrado em vários pedaços e distribuído entre equipes diferentes, que não têm  uma visão abrangente do projeto. É como se cada uma delas recebesse instruções  para desenhar uma peça de um quebra-cabeça sem saber como é a imagem  completa.*</font><font color="#800000"> A remuneração não é muito diferente do que se paga numa  unidade fabril tradicional. A média de salários das montadoras automobilísticas  da região do ABC paulista é 3 666 reais, segundo informações do sindicato dos  metalúrgicos local. O salário inicial fica em torno de 1 000 reais e, após  vários anos de carreira, pode chegar a pouco mais de 5 000 reais. Numa fábrica  de software nos arredores de São Paulo, um programador júnior ganha entre 1 000  e 2 000 reais; um pleno, até 3 000 reais; e um sênior, por volta de 4 000 reais.  Um funil estreito separa essa grande base dos poucos que chegarão a posições de  comando, como coordenadores e gerentes.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3">&gt;&gt; Engraçado é que a capa da edição anterior a esta foi  sobre a Toyota e seu grande sucesso baseado no seu modelo just in time, que  entre outras coisas, costuma pregar a redução dos desperdícios (que a EXAME  costuma dar ênfase em 100% das matérias), custos, etc, mas que tem como  fundamento a manutenção de um processo de melhoria contínua baseado  essencialmente nas contribuições dos operários envolvidos diretamente com a produção que estão no chão de fábrica. Este processo de melhoria contínua se dá essencialmente através das sugestões destes  operários, ou seja, não há um setor de experts isolado e que  tem a função de propor inovações que serão implementadas pelos operários. São operários valorizados e  motivados que, com base no feedback do próprio trabalho, na confiança que  recebem da empresa, na liberdade para propor e na própria qualificação, que  sugerem estas melhorias. É através destas sugestões que a toyota <strong>IMPLEMENTA mais  de 1 milhão de idéias por ano</strong>, e assim mantém a muitos anos uma  vantagem(lucro, valor de mercado) esmagadora sobre seus  concorrentes.<br />
</font><font size="3"><strong>&gt;&gt;Porque escrevi  isto acima?</strong> Porque a produção de automóveis é um trabalho muito mais  intuitivamente (e teoricamente) ligado ao modelo taylorista do que o desenvolvimento de  software, mas que mesmo assim foi completamente revolucionado pelo abandono  deste modelo e pela adoção do Just in Time e do Thinking Lean (acho que no  fundo um engloba o outro, não tô lembrado). A Toyota esmagou a GM e a Ford por  isso, e hoje todas as montadoras tentam imitá-la.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"> &gt;&gt;Aí vejo uma matéria atual de uma revista de negócios respeitada no Brasil falando de linha de montagem  para software. É demais! <font size="3">Isso que foi destacado representa cascata na veia.  Um modelo baseado nas premissas tayloristas que, mesmo tendo sido o mais adotado  por décadas,  nunca funcionou. Veja o Chaos Report (Standish Group).</font></font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3"> &gt;&gt;&#8221;<strong><font color="#800000">Desenvolvimento de software é repetitivo e não  requer criatividade</font></strong>&#8220;. isto é ridículo. Sem comentários!<br />
</font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3"> &gt;&gt;Será que o autor da matéria conhece as vantagens de se valorizar  a comunicação dentro das equipes ou entre as equipes, e dos imensos ganhos  provenientes do enriquecimento da comunicação entre os desenvolvedores e seus  clientes? Tenho certeza que não, senão ele teria falado sobre feedbacks curtos,  comunicação, respeito, etc, e não sobre baias.</font></font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3"><font size="4">O ritmo é puxado. Na unidade onde Mauri Morina atua, as  especificações de códigos a ser desenvolvidos chegam por meio de um link  dedicado entre a Stefanini e o Bradesco. </font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3">&gt;&gt; As especificações de software costumam ser complexas, e o papel (ou a tela) é um meio pobre de comunicação em relação a outros meios, como a comunicação face a face por exemplo. Transmitir idéias complexas através de um meio de comunicação pobre fatalmente vai acabar gerando erros de representação e/ou de interpretação. O ideal é que o desenvolvedor também tenha acesso ao cliente e não somente às especificações.</font></font></font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3"><font size="4">Um sistema interno chamado e-Fábrica  controla o recebimento e o andamento dos serviços. A cada tarefa executada, o  programador precisa notificar no e-Fábrica o que foi feito. No final do mês, a  empresa tem um levantamento detalhado de quanto cada profissional  produziu.</font> Há metas de produtividade para as fábricas. Quando são  superadas, um sino é tocado. Silêncio por ali não é um bom sinal. Duas vezes por  ano, a Stefanini premia os profissionais que se destacam. Dentro da fábrica há o  aplauso do mês &#8212; os funcionários brindam com uma salva de palmas os colegas  mais votados por eles mesmos. São maneiras de quebrar o clima árido de trabalho  nessa verdadeira linha de montagem de bits e bytes.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font face="Arial" size="3">&gt;&gt;Não faz sentido. Parte disto deve ter sido copiado e  colado de alguma página no google sobre o trabalho dos digitadores, e não dos programadores. As  tarefas variam muito em característica e complexidade de um sistema para outro e  também dentro de um mesmo sistema, como eles podem medir os profissionais por  quantidade de tarefas concluídas? E a corretude do código (bugs)? E a corretude  de cada  funcionalidade (tem que atingir ao objetivo, não basta não ter bugs)?  Ou seja, mesmo numa visão bem geral, fica obvio que o modelo de fábrica de  software, e mais ainda, este descrito nesta reportagem, não faz  sentido.</font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font face="Arial" size="3"> &gt;&gt;Na minha opinião, as fábricas de software estão  fadadas ao desaparecimento. E parece que isto já está acontecendo. Não faz  sentido que algo extremamente complexo e que, dependendo do caso, pode  ter milhares de possibilidades, centenas de partes que precisam trabalhar  integradas, e ainda que depende fundamentalmente da criatividade, possa ser  construído num modelo que tenta imitar uma fábrica taylorista. Pena que onde eu  estudo, ninguém nem comenta isto, pois um banco montou um fabrica de software lá pra explorar mão de obra barata dos estudantes (</font></font><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font face="Arial" size="3">desabafozinho</font></font></font><font size="3"><font face="Arial" size="3"> <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</font></font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3"><strong>TALVEZ NÃO HAJA GLAMOUR</strong> algum nessas coisas, mas não faltam  motivos pelos quais essa atividade deveria ser vista como estratégica para o  Brasil. A área tem se mostrado pródiga em atrair investimentos e é uma das  razões que levaram fornecedores como IBM e Accenture a aumentar a aposta no  mercado nacional. Há também projetos brasileiros, como a CPM Braxis, que, com  apenas um ano de vida, reúne 5 000 funcionários, deve faturar algo próximo a 1  bilhão de reais no atual exercício e é séria candidata a abrir capital na  Bovespa em médio prazo. Além disso, trata-se de um segmento com enorme  capacidade de gerar empregos &#8212; e gerá-los rapidamente. Juntas, as dez maiores  companhias do setor empregam mais de 40 000 pessoas no país. &#8220;É preciso pelo  menos dois anos para estabelecer uma montadora, enquanto uma fábrica de software  está de pé em seis meses&#8221;, diz Chu Tung, presidente da subsidiária brasileira da  EDS, uma das gigantes americanas de serviços tecnológicos. <font size="4">Por mais  que o trabalho de programação seja repetitivo, ainda é extremamente atraente  para muita gente.</font> A carreira é abraçada sobretudo por jovens das classes  C, D e E, que enxergam uma oportunidade de alcançar uma renda razoável em poucos  anos. Trata-se de um trabalho mais sofisticado e mais bem remunerado que o de um  atendente de call center, por exemplo. &#8220;Num país como o Brasil, essa é uma  atividade que puxa a média para cima, não para baixo&#8221;, diz Jair Ribeiro,  presidente da CPM Braxis.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3">&gt;&gt; Parece piada. Sem comentários! <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3">O momento é promissor, mas há algumas nuvens carregadas no horizonte. <font size="4">A falta de mão-de-obra qualificada é uma delas.</font></font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3">&gt;&gt; Porque será que &#8220;<strong>falta</strong>&#8221; mão de obra qualificada? Eu  prefiro plantar feijão lá em Antas-BA na roça de meu pai, do que trabalhar neste  modelo que foi descrito. Ainda bem que o mundo é plano [Thomas Friedman], então  se no Brasil as empresas grandes &#8220;pensam&#8221; a respeito dos desenvolvedores de  forma tão ridícula quanto a reportagem diz, eu ainda tenho  algumas alternativa(antes do feijão), tipo ser autônomo ou micro-empresário com  a ajuda da WEB. Só espero não ter que fazer como muitos colegas formados,  que desiludidos abandonaram a área para tentar concursos públicos, ou para  fazer faculdade em áreas &#8220;melhores&#8221;. </font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3">Nesse mercado, o fechamento de um grande contrato pode significar a abertura  de centenas de vagas da noite para o dia. O melhor exemplo disso é a subsidiária  nacional da indiana Tata Consultancy Services (TCS), que triplicou de tamanho  quando a matriz ganhou um contrato milionário do banco holandês ABN Amro. Hoje,  dos 1 600 funcionários brasileiros da TCS, 900 são dedicados ao banco.  &#8220;Precisamos de tantos profissionais qualificados quantos pudermos encontrar&#8221;,  diz Sérgio Rodrigues, presidente da TCS no país. A brasileira BRQ tem 500 vagas  em aberto, situação que se repete na CPM Braxis. Na subsidiária brasileira da  Accenture, há cerca de 800 postos não preenchidos no momento. <font size="4">&#8220;Está  todo mundo desesperado atrás de mão-de-obra&#8221;</font>, afirma Paulo César Bonucci,  presidente da subsidiária da Unisys, que emprega mais de 700 pessoas &#8212; cerca de  um terço de seu contingente &#8212; em fábricas de software. Essa situação gera  alguns efeitos colaterais. Estima-se que os salários de programadores subam em  média 8% ao ano no mercado nacional. Há sempre propostas de concorrentes  rondando, o que leva a rotatividade nessas empresas a cerca de 10% anuais. São  números que tiram o sono dos empresários do ramo, mas ainda parecem uma calmaria  em relação ao que ocorre na Índia: lá, os salários sobem 18% e a taxa de  demissão voluntária beira os 25% ao ano.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3">&gt;&gt;Ainda bem que a mão de obra qualificada não é idiota  (pelo menos, uma parte não).</font></font></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3">No Brasil, o maior gargalo é a escassez de programadores com inglês fluente,  um pré-requisito para quem quer exportar serviços. Algumas empresas chegam a  procurar funcionários em escolas de idiomas. <strong>&#8220;Aprender a programar é mais fácil  do que falar outra língua fluentemente&#8221;</strong>, diz Humberto Luiz Ribeiro,  vice-presidente da Politec, empresa de serviços de tecnologia com sede em  Brasília.<br />
A preocupação faz sentido. A CPM Braxis, por exemplo, tem forte  presença nos Estados Unidos. A Politec atende a Mitshubishi no Japão e também  tem contratos no mercado americano. Quase 20% do faturamento da Stefanini já vem  de fora do Brasil. Um terço de tudo o que a Accenture desenvolve em Alphaville  destina-se ao mercado externo. O centro que a IBM mantém em Hortolândia, no  interior de São Paulo, uma das instalações mais modernas do país, atende dezenas  de clientes sediados em nações que falam inglês, espanhol e francês.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="3">&gt;&gt; Aprender um novo idioma <strong>fluentemente</strong>, realmente não é nada fácil, mas vejo uma pequena contradição aqui. Tudo bem que os clientes são internacionais, as referências são quase sempre em inglês, etc&#8230; Mas, pra quem vai atuar de forma semelhante a uma máquina que traduz especificação em em software, pra que saber inglês fluentemente? Neste caso não bastaria saber ler de forma razoável?<br />
Concluindo esta parte: Saber ler razoavelmente em outro idioma(inglês) é relativamente fácil em relação ao conhecimento exigido de bom programar.</font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font color="#800000" size="3">Mas a principal queixa dos empresários é o custo de contratação de  profissionais no mercado brasileiro, que fica em média 30% acima do verificado  na Índia. <font size="4">A mão-de-obra responde por 2 de cada 3 reais <strong>gastos </strong>para  manter uma fábrica de software.</font> Os representantes do setor pedem medidas  de incentivo ao governo, argumentando que agora é o momento de criar condições  para o país posicionar-se como uma alternativa à Índia. Se o Brasil não fizer  isso, outras nações ocuparão o vácuo rapidamente. É claro que Mauri Morina não  pensa nessas coisas quando chega à fábrica de software da Stefanini, em  Alphaville, com um dia de trabalho pela frente. Sua cabeça está nas  oportunidades que a carreira lhe reserva ou em como gastar seu próximo salário.  Pensamentos que podem ser compartilhados por centenas de milhares de outros  jovens brasileiros dentro de alguns anos &#8212; se mais essa oportunidade histórica  não for perdida.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="3">&gt;&gt; Gasto não. Investido! Mão de obra em empresas que sabem  desenvolver software é algo que trás bons lucros dependendo da qualificação.  Quanto mais qualificada, melhor o salário, claro. Quanto melhor o salário, mais  lucros. Simples! <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Pena que muitos e muitos gerentes de TI, acostumados a  trabalhar com premissas erradas, não conseguem(não querem) ver isso.</font></font></font><br />
&gt;&gt; Quanto ao custo da mão de obra na índia, suponho que a EXAME saiba muito bem que a realidade no Brasil é outra completamente diferente.<br />
&gt;&gt;  &#8220;Medidas de incentivo de governo&#8221;? Quem sou eu pra falar pra EXAME se isto é bom ou não.</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">Chego até a suspeitar que a grande revista  EXAME,<br />
não se preocupa muito em selecionar pessoas competentes para  escrever as matérias.</font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4"> Tomara que tenha sido &#8220;só&#8221; um problema nesta matéria  específica (se bem que não vi nenhuma correção numa edição seguinte).<br />
Ainda bem que recebo de graça, afinal eles insistiram tanto em  me dar 3 meses grátis, que acabei aceitando.<br />
</font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4"> Quando li a uns dois meses, fiquei doido pra escrever algo  sobre o assunto, mas nunca deu tempo. Tá aqui no meu quadro branco até hj, o  lembrete. Hj, mesmo sem tempo, acabei escrevendo algo.<br />
</font></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">Com relação a parte empresarial da reportagem, eu até concordo que muitas empresas adotam o que está descrito, mas também acredito que não são todas e que nos países desenvolvidos </font></font></font><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">atualmente </font></font></font><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">nem representam a maioria. Além disso, acredito(rezo que seja logo) que o futuro das empresas que </font></font></font><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">continuem seguindo esta linha</font></font></font><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">, mesmo nos países subdesenvolvidos, não será dos  melhores. Graças a Deus! <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </font></font></font></p>
<p><font face="Arial" size="2"><font size="3"><font size="4">Flws,<br />
Vinicius AC.</font></font><br />
UFS / Graduando.</font></p>
<p><font face="Arial" size="3"> Minha argumentação está longe de ser detalhada e sólida, mesmo porque nem precisa argumentar tanto, pois a reportagem tá fraquinha.<br />
Tentaria escrever melhor, mas deveria estar estudando nos últimos 60 minutos, ao invés de escrevendo isto. <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </font></p>
<p>===================</p>
<p>Mais infos sobre este assunto:<br />
<a href="http://www.urubatan.com.br/movimento-contra-a-asneira-da-info-exame/" target="_blank"> http://www.urubatan.com.br/movimento-contra-a-asneira-da-info-exame/</a></p>
<p><a href="http://eduardomiranda.net/blogs/dotnet/archive/2007/07/10/remando-contra-a-mare.aspx" target="_blank">http://eduardomiranda.net/blogs/dotnet/archive/2007/07/10/remando-contra-a-mare.aspx</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/147/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/147/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/147/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/147/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=147&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/08/29/fabricas-de-software/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Auto-semelhança (Princípio &#8211; 4)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/08/17/auto-semelhanca-principio-4/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/08/17/auto-semelhanca-principio-4/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 17:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[OO Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[TDD]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/08/17/auto-semelhanca-principio-4/</guid>
		<description><![CDATA[Deve-se tentar aplicar a estrutura de uma solução para outros contextos, mesmo em escalas diferentes. É algo semelhante a proposta de padrões de projetos (Design Patterns) descrita por Gamma [GAMMA, 1995], onde estruturas de soluções eficientes para problemas freqüentes foram catalogadas para facilitar o reuso. Por exemplo, uma prática básica na XP é escrever os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=146&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Deve-se tentar aplicar a estrutura de uma solução para outros contextos, mesmo em escalas diferentes. É algo semelhante a proposta de padrões de projetos (<em>Design Patterns</em>) descrita por Gamma [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">GAMMA, 1995</a>], onde estruturas de soluções eficientes para problemas freqüentes foram catalogadas para facilitar o reuso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Por exemplo, uma prática básica na XP é escrever os testes antes da implementação das funcionalidades (seção 3.5.12). Esta prática dita um ritmo de desenvolvimento que opera em diferentes escalas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">No início de cada trimestre listam-se os temas (metas) que são importantes para o período e direcionarão as histórias do trimestre. Depois disto, os testes guiam diretamente o desenvolvimento em duas escalas:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;"><span>1.<span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">    </span></span>Em cada semana, os usuários reunidos com os desenvolvedores priorizam e selecionam, entre as histórias, algumas para implementação. Então os testes que expressam estas histórias são escritos para depois serem colocados em funcionamento. Estes são os testes de aceitação (seção 5.2.2);</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;"><span>2.<span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">   </span></span>Em poucas horas é possível fazer uma lista com os testes necessários para uma funcionalidade. Então se escreve o código do primeiro teste e o coloca em funcionamento, depois o segundo é escrito e colocado pra funcionar junto com o primeiro, depois o terceiro e assim sucessivamente até que todos os testes da lista estejam funcionando.<span>  </span>Estes são os testes de unidade (seção 5.2.1).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Auto-semelhança não é o único princípio que influencia o desenvolvimento de um software, pelo contrário, existem muitos outros. O fato de se copiar a estrutura de uma solução que funcionou bem em um ou mais contextos, não significa que ela irá funcionar sempre. De qualquer forma, é um bom lugar por onde começar. Em contrapartida, o fato de uma solução não ser reutilizável, não significa que esta seja ruim, pois existem casos onde esta é a melhor escolha [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>].</p>
<p><em><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços,<br />
Vinicius AC<br />
Graduando &#8211; Univ. Federal de Sergipe</font></strong></em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/146/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/146/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/146/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=146&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/08/17/auto-semelhanca-principio-4/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Benefício Mútuo (Princípio &#8211; 3)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/08/10/beneficio-mutuo-principio-2/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/08/10/beneficio-mutuo-principio-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 17:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/08/10/beneficio-mutuo-principio-2/</guid>
		<description><![CDATA[Cada atividade deve ser benéfica para todos os envolvidos em um projeto de software. Este é o mais importante princípio da XP, e o mais difícil de cumprir. Há sempre soluções mais fáceis em que alguns ganham e outros perdem para qualquer problema. Apesar de tentadoras, principalmente quando as pressões externas são intensas, estas soluções [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=145&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Cada atividade deve ser benéfica para todos os envolvidos em um projeto de software. Este é o mais importante princípio da XP, e o mais difícil de cumprir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Há sempre soluções mais fáceis em que alguns ganham e outros perdem para qualquer problema. Apesar de tentadoras, principalmente quando as pressões externas são intensas, estas soluções sempre causam mais perdas que benefícios, já que, além das perdas diretas, existe a perda causada pela deterioração das relações de trabalho.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Desenvolver software é um negócio focado nas pessoas e que depende muito das relações entre os envolvidos, por isso, deve-se adotar práticas que beneficiem ambos, criadores e clientes do software, agora e no futuro. Programação em par, por exemplo, beneficia os programadores de inúmeras formas. Mas, também beneficia os clientes, porque costuma ser raro encontrar <em>bugs</em> em funcionalidades implementadas em par, e gerentes, já que a disseminação do conhecimento fruto da programação em par, torna o projeto menos suscetível a perdas em função da saída definitiva ou temporária de um dos desenvolvedores [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP; BECK, 2005</a>].</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Documentação abrangente no código é um exemplo de uma prática que viola o princípio do benefício mútuo. Esta prática costuma diminuir a velocidade de desenvolvimento consideravelmente, objetivando que no futuro seja mais fácil fazer alterações. Realmente existe um possível benefício futuro, desde que a documentação ainda esteja válida, mas nenhum benefício para o presente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">A XP recomenda para resolver o problema anterior de maneira mutuamente benéfica, agir da seguinte forma [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>]:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;"><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">       </span></span></span>Escrever testes automatizados que ajudam a melhorar o design e implementação no presente. Deixar estes testes para os futuros programadores, para que estes possam ter uma documentação sincronizada com o código e um mecanismo de verificação automatizado que dá segurança para qualquer possível alteração futura.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;"><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">       </span></span></span>Refatorar cuidadosamente para eliminar qualquer complexidade acidental, isto gera satisfação e menos defeitos no presente, além de tornar o código mais fácil de compreender e modificar no futuro.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:71.4pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;"><span style="font-family:Symbol;"><span>·<span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">       </span></span></span>Escolher nomes de um conjunto coerente e explícito de metáforas relacionadas ao domínio da aplicação. Isto aumenta a velocidade de desenvolvimento no presente e torna o código mais claro para o futuro.</p>
<p><em><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços,<br />
Vinicius AC<br />
Universidade Federal de Sergipe (</font></strong></em><em><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Graduando)</font></strong></em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/145/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/145/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/145/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=145&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/08/10/beneficio-mutuo-principio-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Economia (Princípio &#8211; 2)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/07/25/economia-principio-2/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/07/25/economia-principio-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 15:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/07/25/economia-principio-2/</guid>
		<description><![CDATA[Para desenvolver software é preciso investir tempo e recursos. Este investimento é considerado satisfatório quando é compensado através do valor gerado, ou seja, quando o software satisfaz as expectativas de quem investiu nele. É um erro esquecer-se do lado econômico do desenvolvimento e preocupar-se somente com o “Sucesso Técnico” [BECK, 2005]. O cliente investe em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=143&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;" align="justify"><span style="color:black;">Para desenvolver software é preciso investir tempo e recursos. Este investimento é considerado satisfatório quando é compensado através do valor gerado, ou seja, quando o software satisfaz as expectativas de quem investiu nele. É um erro esquecer-se do lado econômico do desenvolvimento e preocupar-se somente com o “Sucesso Técnico” [<span class="MsoNormal"><span style="color:black;"><a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a></span></span>].</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;" align="justify"><span style="color:black;">O cliente investe em software com a expectativa de que este gere valor comercial. A XP reconhece esta premissa e suas práticas são organizadas para antecipar receitas e adiar despesas [<span class="MsoNormal"><span style="color:black;"><a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP</a></span></span>].</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</p>
<p><em><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços,<br />
Vinicius AC </font></strong></em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/143/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/143/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/143/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=143&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/07/25/economia-principio-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Humanidade (Princípio &#8211; 1)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/07/24/humanidade-principio-1/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/07/24/humanidade-principio-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 14:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/07/24/humanidade-principio-1/</guid>
		<description><![CDATA[Softwares são desenvolvidos por pessoas e para pessoas, logo uma melhor compreensão das pessoas – como elas trabalham individualmente e em equipe, por exemplo – e das questões humanas em geral, é fundamental para a criação e evolução deste produto. Um bom software é resultado da ação de pessoas. Assim como é o caso de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=139&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:28.8pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">Softwares são desenvolvidos por pessoas e para pessoas, logo uma melhor compreensão das pessoas – como elas trabalham individualmente e em equipe, por exemplo – e das questões humanas em geral, é fundamental para a criação e evolução deste produto. Um bom software é resultado da ação de pessoas. Assim como é o caso de softwares ruins [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">CONSTANTINE, 2001</a>]. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">Freqüentemente, o desenvolvimento de software não reconhece as fragilidades humanas, nem satisfaz suas necessidades. Isto é o mesmo que ignorar a importância das pessoas para a qualidade de um software [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">TELES, 2005; BECK, 2005</a>]. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">Existem alguns fatores que afetam diretamente a qualidade do trabalho de um desenvolvedor:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">·  Segurança básica – não se sentir ameaçado, inclusive em relação a manutenção do emprego; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">·  Realização – sentir-se útil, valorizado e orgulhoso com o trabalho realizado;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">·  Participação – identificar-se com um grupo e dentro deste, assumir responsabilidades e ajudar a alcançar objetivos;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">·  Crescimento – desenvolver as próprias habilidades e pontos de vista;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:72pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">·  Intimidade – compreender e ser compreendido pelos outros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">Na XP, as pessoas são fundamentais no processo de desenvolvimento, por isso suas práticas são voltadas para potencializar o melhor que as pessoas têm para oferecer, bem como suprimir suas falhas [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP </a>]. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;">As práticas da XP também procuram balancear as demandas dos negócios com as necessidades pessoais dos desenvolvedores. Por exemplo, limitar a carga horária dá tempo para que necessidades pessoais sejam satisfeitas – já que muitas delas, como descansar, exercitar-se e socializar-se, ocorrem fora do ambiente de trabalho – e também aumenta o rendimento e as perspectivas das pessoas durante o trabalho [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005</a>].  </span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">&nbsp;</p>
<p><em><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Abraços,<br />
Vinicius AC </font></strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:black;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="color:green;"> </span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/139/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/139/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/139/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=139&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/07/24/humanidade-principio-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Continuidade da Equipe (Prática Corolário &#8211; 3)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/07/23/continuidade-da-equipe-pratica-corolario-3/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/07/23/continuidade-da-equipe-pratica-corolario-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 15:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/07/23/continuidade-da-equipe-pratica-corolario-3/</guid>
		<description><![CDATA[  Mantenha equipes eficientes juntas. Há uma tendência em grandes organizações de abstrair pessoas para coisas, como se pessoas fossem unidades de programação plug-and-play. Valor em software é criado não apenas pelo o que as pessoas conhecem e fazem, mas também por seus relacionamentos e o que elas realizam juntas [IMPROVE IT, XP]. Organizações pequenas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=138&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;"> </span><span><span></span></span><span><font face="Arial"><br />
</font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;">Mantenha equipes eficientes juntas. Há uma tendência em grandes organizações de abstrair pessoas para coisas, como se pessoas fossem unidades de programação <em>plug-and-play</em>. Valor em software é criado não apenas pelo o que as pessoas conhecem e fazem, mas também por seus relacionamentos e o que elas realizam juntas <span style="color:black;"> <span style="color:black;">[<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP</a>]</span>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;">Organizações pequenas não têm esse problema. Há somente uma equipe e, uma vez que seus membros estejam integrados e confiando uns nos outros, somente uma verdadeira calamidade pode separá-los. Grandes organizações freqüentemente ignoram o valor das equipes, adotando ao invés disso, uma metáfora em que os desenvolvedores são meros “recursos de programação”. Uma vez que o projeto está pronto, os desenvolvedores voltam para “para a fila” e aguardam até que sejam alocados para uma nova tarefa. O objetivo desse tipo de gerenciamento de “recursos” é fazer com que todos os desenvolvedores sejam integralmente utilizados. Essa estratégia maximiza micro-eficiências, mas mina a eficiência da organização como um todo. O principal erro é buscar uma eficiência ilusória em que indivíduos ficam alocados no trabalho o maior tempo possível, e em contrapartida, minimizar ou ignorar o valor do trabalho em equipe, principalmente quando os membros se conhecem bem e confiam uns nos outros  <span style="color:black;">[<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP</a>]</span>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="color:black;">Estimular que equipes bem integradas permaneçam juntas não significa que as equipes tenham que ficar inteiramente estáticas. É notável como novos membros começam a contribuir rápido em equipes XP já estabelecidas. Eles insistem em implementar tarefas de desenvolvimento já na primeira semana, e já estão contribuindo de forma independente após um mês. Preservando equipes e ainda encorajando uma quantidade razoável de rotação espontânea entre os membros, a organização ganha os benefícios tanto das equipes estáveis, quanto da dispersão consistente de conhecimento e da experiência  [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005; IMPROVE IT, XP</a>].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;">&nbsp;</p>
<p><strong><em>Abraços,<br />
Vinicius AC</em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/138/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/138/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/138/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=138&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/07/23/continuidade-da-equipe-pratica-corolario-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Implantação Incremental (prática corolário &#8211; 2)</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/07/22/implantacao-incremental-pratica-corolario/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/07/22/implantacao-incremental-pratica-corolario/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jul 2007 16:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Monografia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Design]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/07/22/implantacao-incremental-pratica-corolario/</guid>
		<description><![CDATA[Quando estiver substituindo um sistema legado, gradualmente e desde o início do projeto, implante as partes do novo sistema que forem ficando prontas, substituindo as partes equivalentes no sistema legado. De vez em quando grandes implantações funcionam, mas são muito arriscadas e têm custos humanos e econômicos muito elevados [IMPROVE IT, XP]. A alternativa às [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=134&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if !supportLists]--><span><span></span></span><span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;"><span style="color:black;">Quando estiver substituindo um sistema legado, gradualmente e desde o início do projeto, implante as partes do novo sistema que forem ficando prontas, substituindo as partes equivalentes no sistema legado. De vez em quando grandes implantações funcionam, mas são muito arriscadas e têm custos humanos e econômicos muito elevados <span style="color:black;">[<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">IMPROVE IT, XP</a>]</span>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;"><span style="color:black;">A alternativa às grandes implantações é encontrar algumas funcionalidades ou um conjunto limitado de dados que possam ser controlados em separado e imediatamente, e então implantá-los. Enquanto a implantação não for concluída, terá que ser encontrada uma forma de rodar os dois sistemas em paralelo, dividindo ou fundindo arquivos ou treinando alguns usuários para usar ambos os sistemas por um tempo. Esta necessidade, técnica ou social, é o preço que se paga pela segurança [<a href="http://devagil.wordpress.com/referencias/">BECK, 2005; IMPROVE IT, XP</a>].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;">&nbsp;</p>
<p><strong><em>Abraços,<br />
Vinicius AC</em></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/134/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/134/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/134/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/134/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=134&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/07/22/implantacao-incremental-pratica-corolario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Local Oficial do Blog</title>
		<link>http://devagil.wordpress.com/2007/07/15/local-oficial-do-blog/</link>
		<comments>http://devagil.wordpress.com/2007/07/15/local-oficial-do-blog/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://devagil.wordpress.com/2007/07/15/local-oficial-do-blog/</guid>
		<description><![CDATA[O local oficial deste blog é no link abaixo devagil.wordpress.com por causa disso,o conteúdo aqui está desatualizado.Faltou tempo pra manter dois.Por favor, se desejar ver o conteúdo,acesse: http://devagil.wordpress.com/<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=179&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><span style="font-size:130%;"><br />O local oficial deste blog é no link abaixo</span></div>
<p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://devagil.wordpress.com/"><span style="font-size:130%;">devagil.wordpress.com</span></a></div>
<p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-size:130%;">por causa disso,<br />o conteúdo aqui está desatualizado.<br />Faltou tempo pra manter dois.<br />Por favor, se desejar ver o conteúdo,<br />acesse: <a href="http://devagil.wordpress.com/">http://devagil.wordpress.com/</a></p>
<p></span></div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/devagil.wordpress.com/179/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/devagil.wordpress.com/179/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/devagil.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/devagil.wordpress.com/179/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=devagil.wordpress.com&amp;blog=557730&amp;post=179&amp;subd=devagil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://devagil.wordpress.com/2007/07/15/local-oficial-do-blog/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/0f85cbc25d8dbd257f9099da2225e020?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">viniciusac</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
